Workshop Hands-on
Techlead AI & Data · DreamSquad
Lidero as squads de IA e Dados: visão computacional, RAG e agentes rodando na AWS para clientes enterprise.
Foco em Inteligência Artificial: predição de séries temporais do mercado financeiro.
Comecei em infraestrutura e automação, passei por backend, fullstack, cloud, IoT e dados até chegar em IA.
A sessão anterior respondeu “onde”. Esta responde “o quê” e “como”.
Visão geral dos serviços, governança e o caminho para migrar workloads para o Bedrock.
Casos de uso reais com Bedrock, SageMaker, Kiro e Amazon Quick — e como escolher.
Construímos juntos, passo a passo, um agente com Amazon Bedrock.
Quatro ferramentas, seis cenários e um jeito simples de escolher por onde começar.
Do “hello world” ao agente com ferramentas, base de conhecimento e guardrails.
O que separa um piloto de algo em produção — e o próximo passo de cada um.
Bedrock, SageMaker, Kiro e Amazon Quick em cenários de verdade
"A pergunta não é qual modelo usar. É qual problema vale resolver primeiro."
Antes do caso de uso, saber quem vai usar define a ferramenta
Modelos de fundação via API, bases de conhecimento, guardrails e agentes (AgentCore).
Use quando: Você quer embutir IA generativa no seu produto ou processo.
Treinar, ajustar e operar modelos próprios — do ML clássico ao fine-tuning.
Use quando: O diferencial está nos seus dados e o problema é previsão, classificação ou otimização.
IDE agêntica: specs, design e tarefas antes do código, com agentes executando.
Use quando: Você quer acelerar a engenharia — inclusive modernizar legado — sem perder controle.
Agentes, pesquisa e BI conversacional sobre os dados e apps da empresa.
Use quando: O usuário final é o analista ou gestor, não um sistema.
Cada degrau adiciona autonomia — e também custo, latência e risco
Prompt + modelo. Resume, redige, classifica.
Bedrock · Converse APIResponde com base nos seus documentos, citando a fonte.
Bedrock Knowledge BasesPassos fixos orquestrados pelo código, com IA em alguns deles.
Step Functions · Bedrock FlowsO modelo decide quais ferramentas chamar até cumprir o objetivo.
Strands · AgentCoreAgentes especialistas colaborando sob um orquestrador.
Strands · AgentCoreRegra prática: suba só o degrau que o problema exige. Muito “agente” em produção deveria ser um workflow.
Responde dúvidas com base em políticas e consulta pedidos, faturas e chamados.
Bedrock · Knowledge Bases · Guardrails · AgentCoreExtrai e valida dados de contratos, notas, laudos e propostas.
Bedrock Data Automation · BedrockGestor pergunta, recebe resposta, gráfico e a fonte do número.
Amazon QuickDemanda, churn, risco e preço — onde ML clássico ainda vence.
SageMakerSpecs e tarefas geradas a partir do código existente, com agentes implementando.
Kiro · BedrockBusca unificada em wikis, tickets e drives com controle de acesso.
Amazon Quick · Bedrock Knowledge BasesFila alta com perguntas repetidas que dependem de consultar 2–3 sistemas.
Agente que responde com a política oficial e age nos sistemas via ferramentas — e escala para humano quando precisa.
Taxa de resolução sem humano, tempo médio de atendimento, CSAT e custo por conversa.
Pessoas redigitando dados de PDFs e imagens, com erro e retrabalho.
Pipeline orientado a eventos: extrai campos, valida regras de negócio e só manda para revisão humana o que tiver baixa confiança.
Precisão por campo, % processado sem toque humano e tempo de ciclo.
Antes: [Como era antes]
Depois: [Resultado medido]
Antes: [Como era antes]
Depois: [Resultado medido]
Antes: [Como era antes]
Depois: [Resultado medido]
Área de negócio → Amazon Quick. Sistema ou cliente → Bedrock. Desenvolvedor → Kiro.
Sim → comece com RAG (Knowledge Bases) antes de pensar em fine-tuning.
Provavelmente é ML clássico → SageMaker. LLM não é martelo pra todo prego.
Sim → workflow. Não, depende do contexto → agente.
A demo funciona em uma tarde. Produção exige estes cinco pilares.
Um conjunto de perguntas com resposta esperada, rodado a cada mudança de prompt ou modelo.
Filtros de conteúdo, PII e tópicos negados — aplicados na entrada e na saída.
Trace de cada passo do agente: qual ferramenta, quanto tempo, quantos tokens.
O agente age em nome de alguém — com o menor privilégio possível.
Custo por conversa resolvida, não por token. Escolha o menor modelo que entrega.
Do zero a um agente com ferramentas, conhecimento e guardrails
Abra o terminal. A partir daqui, quem digita é você.
O assistente de atendimento de uma loja fictícia — o Caso 1, em miniatura
Modelo + instruções de persona.
Ferramenta que consulta pedidos.
Base de conhecimento com as políticas.
Guardrail e deploy no AgentCore.
Agente = modelo + ferramentas, rodando em loop até cumprir o objetivo
O cérebro. Decide o próximo passo a cada volta do loop.
Quem o agente é, o que pode e o que não pode fazer.
Funções e APIs que ele pode chamar para agir no mundo.
Documentos recuperados na hora certa (RAG).
O que lembrar da conversa — e entre conversas.
Limites que valem mesmo quando o prompt falha.
Prefere sem código? Bedrock Agents no console faz o mesmo de forma gerenciada.
SDK open-source da AWS: você define modelo, prompt e ferramentas; o loop é dele.
Claude, Amazon Nova, Llama, Mistral e outros — trocar de modelo é trocar um ID.
Runtime serverless, Memory, Gateway, Identity e Observability para qualquer framework.
Uma conta AWS e acesso ao modelo — nada além disso
Cada participante com sua conta do workshop, já com as permissões certas.
Modelos de fundação são habilitados por conta no console do Bedrock.
Esse é o primeiro passo de governança: quem pode usar qual modelo, em qual região.
Modelo + instruções. Ainda é “só” um chatbot.
O raciocínio vem do Bedrock — e trocar de modelo não muda o resto da solução.
Persona, tom e regras: “você é o atendente da DreamStore”.
Pergunte por um pedido: ele inventa ou admite que não sabe. Falta acesso aos sistemas.
Agora o agente decide sozinho quando agir
Uma consulta de pedidos que o agente pode chamar quando achar necessário.
O modelo pede a ferramenta, recebe o resultado e só então responde.
A ferramenta é o seu ERP, CRM ou sistema de chamados — exposto com segurança.
RAG como mais uma ferramenta
Os PDFs de política vão para o S3; o Bedrock indexa e busca o trecho certo.
O agente cita de onde tirou a informação — e diz quando não sabe.
“Posso trocar meu pedido?” exige a data de entrega (sistema) e o prazo de troca (política).
Bedrock Guardrails: regras fora do prompt
Ex.: recomendação de investimento ou assuntos fora da loja.
Bloqueia ou mascara CPF, e-mail e telefone — na entrada e na saída.
Prompt é sugestão; guardrail é política. Vale para qualquer modelo.
Do notebook para um endpoint seguro e escalável
Sessões isoladas, escala automática e cobrança pelo uso.
O mesmo agente do passo 4, agora atrás de uma API pronta para os canais.
Cada passo do agente rastreado: ferramenta chamada, tempo e tokens.
A mesma arquitetura do Caso 1 — só que com dados de mentira
Próximos passos técnicos
Lembrar o cliente entre conversas.
APIs e Lambdas viram ferramentas MCP.
Agir em nome do usuário com OAuth.
Especialistas sob um orquestrador.
Escolha um processo com dor clara e métrica de antes. O modelo é detalhe.
Assistente, RAG, workflow ou agente — o mais simples que resolve.
Avaliação, guardrails, observabilidade e custo por resultado desde o dia 1.
Bora pro Q&A — traga o seu caso de uso